(Re)Inventar a entrevista de recrutamento

Encontrar candidatos para uma vaga parece não ter muito mais para desenvolver. Numa entrevista de recrutamento as regras estão feitas, as guide lines são invariavelmente as mesmas, a criatividade é escassa, não vamos propriamente inventar a roda.

Se é certo que o processo é repetitivo, também é certo que pode por isso mesmo tornar-se muito aborrecido e fazer-nos perder o foco ou o candidato ideal.

De acordo com um estudo sobre Tendências Globais de Recrutamento em 2018, realizado pelo LinkedIn a 9 mil talent leaders de todo o mundo, o aspeto principal passa por mudar a tradicional entrevista de recrutamento. Falhas como respostas ensaiadas ou posturas falsas são dos principais problemas apontados na hora do recrutador perceber quem está à sua frente.

PRINCIPAIS FALHAS NO PROCESSO TRADICIONAL

Em perguntas de caráter profissional ou técnico o entrevistado consegue responder naturalmente, mas o mesmo não se passa quando o recrutador pretende apurar as soft skills ou até pontos fracos do entrevistado. Afinal de contas, o candidato está ali para mostrar o seu melhor e conseguir a vaga!

Os guiões com perguntas esgotam-se, tornam-se repetitivos e aborrecidos. Se à segunda feira o recrutador vai “com a pica toda”, o mesmo não se verifica no final de uma semana repleta de análise de CV’s, entrevistas feitas, outras canceladas ou candidatos que, afinal, no frente a frente meteram os pés pelas mãos…

Das conclusões finais do estudo emergiram ferramentas que podem ajudar a transformar a fase de entrevista de recrutamento: assessment de soft skills, dia de interação para testes, reunir em locais mais informais, assessments de habilidades pela realidade virtual e entrevistas em vídeo.

SUGESTÕES INOVADORAS NO PROCESSO

A principal razão do sucesso destes métodos relaciona-se com a perceção mais realista que o recrutador tem sobre a personalidade do candidato. É difícil o entrevistado fingir certas características – a menos que seja ator, mas não lidamos com este tipo de perfil diariamente.

Na Olisipo, damos particular ênfase ao assessment DISC. Através de perguntas com escolha múltipla, o programa consegue delinear aquele que será o perfil comportamental do inquirido, a nível profissional.

Saber como trabalha em equipa, qual o ambiente ideal ou as tarefas em que pode ser mais produtivo são algumas das conclusões deste assessment. E porque é que isto é útil? Porque ajuda o team manager a perceber melhor algumas das competências do colaborador e a potenciar os seus resultados. 

Alguma vez pensou sobre como inovar no processo de entrevista? Quem sabe tem ideias igualmente relevantes e disruptivas para melhorar essa etapa – tanto para o entrevistado como para o recrutador.

Joana Cidades

Brand and Marketing Manager

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